Parte da comunidade científica ainda olha com descrença para o poder da terapia das cores no tratamento de doenças. Apesar da cromoterapia já ser reconhecida como uma terapia alternativa complementar pela Organização Mundial da Saúde desde 1976, o poder das cores é considerado por muitos médicos como placebo.
Entretanto, vários estudos na área de biomidiologia já têm apontado resultados efetivos da influência das cores na saúde humana e na recuperação de distúrbios e problemas do corpo físico, emocional e mental.
O Professor Doutor Flávio Mário de Alcântara Calazans, da Universidade Estadual Paulista (UNESP) dedicou um estudo à cromoterapia após um episódio do desenho animado Pókemon ter provocado ataques de epilepsia em 618 crianças japonesas que assistiam a um episódio com alternância luminosa de espectro oposto no círculo cromático.
Segundo o estudo do professor, a alternância de cores vermelha e azul de forma acelerada e em alta frequência que ocorreu quando o personagem Pikachu soltou o choque do trovão pode ter causado ataque de epilepsia fotossensível em crianças pré-dispostas a esse tipo de ataque.
As cores causam ações contrárias: o azul é relaxante e desacelera o ritmo cardíaco, e o vermelho, cor quente é estimulante, acelerando os batimentos do coração.
Esse exemplo mostra como de fato as cores têm poder sobre o nosso corpo e nossa mente e podem ser utilizadas em nosso favor para tratar problemas ao combater os problemas que afetam o campo energético dos nossos órgãos e sistemas. A cromoterapia é um processo complementar e auxiliar, não dispensa tratamento médico convencional.
